diz o povo e tem razão.
Quando as coisas são o que são,
quando há transparência,
quando não há medo de se ser quem é,
não é preciso jurar,
nem ir buscar testemunhas,
nem arranjar provas.
Vê-se,
é assim!
Mas se vivemos na desconfiança,
na suposição de que há outros interesses ocultos,
nadamos na insegurança e,
então,
as juras ajudam pouco
e deixam ainda mais dúvidas.
Deixo aqui também uma entrevista feita pela Laurinda Alves ao padre Vasco!
f.braga


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